Acervo de documentos


Pequeno dicionário de literatura brasileira BR FCJA J/PP.bb / P143p por(BR) 1987

PAES, José Paulo; MOISÉS, Massaud (Orgs.). Pequeno dicionário de literatura brasileira: biográfico, crítico e bibliográfico. Colaboradores: Alfredo Bosi, Antônio Soares Amora, Ataliba Teixeira de Castilho, Augusto de Campos, Carlos Burlamáqui Köpke, Duílio Colombini, Domingos Carvalho da Silva, Décio Darcie, Ernani Silva Bruno, Fernando Góes, Jamil Almansur Haddad, João Cruz Costa, João Pacheco, Joel Pontes, José Carlos Garbuglio, José Paulo Paes, José Roberto do Amaral Lapa, Leonardo Arroyo, Lucrécia D'Alessio Ferrara, Maria Antonieta Raymundo Moisés, Manoel Carlos Vieira, Maria Theresa Camargo Biderman, Massaud Moisés, Osvaldo Elias Xedieh, Otto Maria Carpeaux, Péricles Eugênio da Silva Ramos, Rolando Morel Pinto, Sami Siriahl, Segismundo Spina, Vicente Ataíde, Wilson Martins. 3. ed. rev., atua. e aum. São Paulo: Cultrix, 1987. 464 p.

Fruto de vários anos de trabalho de uma equipe de críticos, historiadores e professores de literatura, o Pequeno dicionário de literatura brasileira, constitui o digesto crítico de toda uma vasta biblioteca de referência. Nas suas páginas, o consulente encontrará autores, estudados em verbetes individuais, que fornecem, de cada autor, dados bibliográficos sumários, apreciação crítica da obra, relação dos livros principais e rol de fonte crítica para seu estudo. Além desses verbetes de autores, figuram aqui também verbetes de obras - nos quais são descritos e examinados livros de marcante presença na evolução histórica de nossa literatura - e verbetes gerais, que abordam, no contexto específico da literatura brasileira, o desenvolvimento histórico das escolas e movimentos estéticos, gêneros literários e formas poéticas, manifestações literárias regionais e aspectos gerais.

História e memória da trajetória político-intelectual de Jorge Amado BR FCJA J/PP.te / C159h por(BR) 2003 (Documento disponível somente on-line)

CALIXTO, Carolina Fernandes. História e memória da trajetória político-intelectual de Jorge Amado. Orientadora: Profª. Dra. Denise Rollemberg. Niterói, 2016. 408 f. Tese(Doutorado em História - Campo de Confluência: História Social)-Departamento de História, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2016.

Os muitos estudos acadêmicos sobre Jorge Amado como romancista e também como intelectual politicamente engajado tenderam a priorizar essa dupla atuação nos anos 1930-1955, quando exerceu militância política no PCB e produziu obras identificadas como “literatura proletária”. Considerando essa realidade, interessamo-nos por investigar a sua trajetória político-intelectual, assim como a memória construída acerca desse percurso, inclusive pelo próprio autor, deslocando o foco da atenção para, especialmente, o período entre 1956 e 1985. A atuação político-intelectual de Jorge nesses anos, iniciado por seu desligamento do Partido e concluído pelo fim do regime militar, esteve marcada por comportamentos ambivalentes, muito longe de posicionamentos políticos rígidos, particularmente, no que diz respeito aos anos de regime militar. Os conceitos de cultura política e zona cinzenta foram essenciais na compreensão desses comportamentos. No que diz respeito à memória acerca desses anos, procuramos identificar as construções sacralizadas expressas no mito, nos lugares de memória, enfim, nas disputas de memória sobre o escritor que nos ajudam a compreender o silêncio acerca de sua atuação entre 1956 e 1985.


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