Acervo de documentos


Jorge Amado e os ritos de baianidade BR FCJA J/PP.di / S223j por(BR) 2008

SANTANA, Marcos Roberto. Jorge Amado e os ritos de baianidade: um estudo em Tenda dos Milagres. Orientador: Prof. Dr. Luciano Rodrigues Lima. Salvador, 2008. 108 f. Dissertação(Mestrado em Estudo de Linguagens)-Departamento de Ciências Humanas - Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2008.

Esta pesquisa analisa os traços reveladores de uma possível identificação e compromisso político e estético do escritor Jorge Amado com a defesa e valorização das tradições, história e cultural do povo negro-mestiço da Bahia, no romance Tenda dos Milagres (1969), bem como em depoimento autorais. Discutem-se, também, as acusações de alguns críticos e entidades sobre a apropriação das manifestações culturais do povo negro, na construção de um exotismo estético na obra amadiana. A dissertação está estruturada em três capítulos: 1) Laroiê! Jorge Exu Amado e a transgressão como expressão literária, onde se discute a relação do escritor e do sujeito empírico com o orixá Exu; 2) Ogun kapê dan meji: candomblé, luta e resistência num sortilégio amadiano, onde se verifica a expressão literária de inspiração quixotesca como instrumento de luta oprimido e 3) Ojuobá Arolu: uma leitura dos olhares de Jorge em Tenda dos Milagres, no qual se analisa, mais detidamente, a provável relação identitária do escritor com o povo negro-mestiço da Bahia. Segue-se um glossário de termos afro-baianos utilizados na pesquisa e, no item ANEXOS, a dissertação apresenta documentos representativos do Centro Estudos da Memória Popular Miguel Santana, do Núcleo de Cultura Popular e da atividade de extensão I Ciclo de Leituras de Jorge, coordenadas pelo autor desta dissertação e cujas atividades estão ligadas ao tema desta pesquisa, acrescidos de material jornalísticos. As conclusões apontam para um comprometimento político e estético de Jorge Amado, tanto como cidadão quanto com autor, em sua obras ficcional, com a preservação da cultura afro-baiana.

Pelos caminhos críticos de Dona Flor e seus dois maridos BR FCJA J/PP.di / S233p por(BR) 2001

SANTOS, Maria José de Oliveira. Pelos caminhos críticos de Dona Flor e seus dois maridos. Orientadora: Profª. Dra. Ívia Iracema Duarte Alves, Co-Orientadora: Profª. Dra. Sônia Maria Van Dijck Lima. Salvador, 2001. 221 f. Dissertação(Mestrado em Literatura Brasileira)-Coordenação de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2001. Contém um ANEXO em caderno separado.

A produção amadiana suscita uma recepção crítica conflituosa. Esta dissertação, que tem como tema central o romance Dona Flor e seus dois maridos, discute esta conflituosidade a partir das críticas realizadas pelos historiadores quando a crítica se volta, sobretudo, para os romances iniciais da produção amadiana. A partir dos anos 70, com a influência backtiniana, a crítica assume outra postura. E esta transformação encontra-se aqui analisada por meio de textos críticos nacionais e ocidentais, quando realizamos uma descrição e análise sobretudo dirigida ao romance citado que reúne elementos não muito apreciados pelos defensores da perpetuação de valores estéticos paradigmáticos. Novas ferramentas de leituras, como os estudos antropológicos, também possibilitam ao texto amadiano uma reabilitação perante o leitor, desviando-o do lugar-comum do adultério que estigmatizou a história de Vadinho, Dona Flor e doutor Teodoro, conferindo-lhe ares de brasilidade numa sociedade onde as ligações acontecem relacionalmente.

A posição do leitor na ficção brasileira BR FCJA J/PP.di / S578p por(BR) 1987

SILVA, Maria da Conceição. A posição do leitor na ficção brasileira. Orientadora: Profª Dra. Sonia Brayner. Rio de Janeiro, 1987. 149 f. Dissertação(Mestrado em Letras Vernáculas)-Coordenação de Pós-Graduação da Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1987.

O estudo aborda o leitor e sua representação no texto. A narrativa romântica e a recepção passiva. O desafio da ambigüidade machadiana. A oralidade valorizada e a representação cultural. O discurso fragmentado e a co-autoria imprescindível.

O preto baiano nos romances de Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / S612p por(BR) [19--]

SIMÕES, Ida Maria Drummond. O preto baiano nos romances de Jorge Amado. [Salvador], [19--]. 71 f. Dissertação(Mestrado em Ciências Humanas)-Universidade Federal da Bahia, [Salvador], [19--].

A definição de sociologia da literatura e a verificação das possibilidades de consideração de textos literários sob o prisma sociológico são a temática deste trabalho.

O bando como a família possível BR FCJA J/PP.di / G612b por(BR) 2005

GOMES, Valdevino Tabajara. O bando como a família possível: leitura plural de Capitães da Areia de Jorge Amado. Orientador: Profª. Dra. Mary Garcia Castro, Co-Orientadoras: Profª. Dra. Clélia Neri Cortes e Profª. Dra. Célia Maria Leal Braga. Salvador, 2005. 94 f. Dissertação(Mestrado em Família na Sociedade Contemporânea)-Universidade Católica do Salvador, Salvador, 2005.

Análise da questão familiar do menor abandonado (meninos e meninas de rua) – assim chamados na década de 30 os menores de classe baixa e frutos da marginalidade – suas influencias, suas relações no universo de vida e o cotidiano (o bando como a família possível). O corpus principal de análise deste trabalho foi o romance Capitães da Areia de Jorge Amado, publicado em 1937, tratado, aqui, numa visão social, uma vez que essa obra enquadra-se no horizonte da “Família”, da “Sociedade” e da “Contemporaneidade”, permitindo fazer uma saudável integração interdisciplinar.

Academia dos Rebeldes BR FCJA J/PP.di / S652a por(BR) 2005

SOARES, Angelo Barroso Costa. Academia dos Rebeldes: modernismo à moda baiana. Orientador: Prof. Dr. Cid Seixas, Co-Orientador: Prof. Dr. Benedito Veiga. Feira de Santana, 2005. 191 f., il. Dissertação(Mestrado em Literatura e Diversidade Cultural)-Departamento de Letras e Artes, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, 2005.

A dissertação intitulada Academia dos Rebeldes: o modernismo à moda baiana procede a uma análise da formação e contribuição da Academia dos Rebeldes, agremiação que emerge na Bahia, no início do século XX, com o intento de fazer uma literatura moderna. Nesse sentido, este estudo faz uma retomada do modernismo no Brasil, com o intuito de apresentar o contexto histórico e cultural em que uma proposta de inovação emerge em diferentes estados brasileiros. Em seguida, são analisadas as peculiaridades do que se convencionou chamar de modernismo baiano, a partir da composição e proposição da Academia dos Rebeldes, da qual participaram escritores e intelectuais baianos, aspirantes a uma carreira intelectual cujo início se dava nos jornais locais. Em seu projeto ideológico e estético, esse grupo opta pela valorização da cultura popular local, particularmente, a cultura africana e afro-baiana, segmento marginalizado no processo de colonização do país. Ainda com o intuito de depreender os indicadores de inovação da Academia dos Rebeldes, o estudo ora realizado foca a atenção nos periódicos produzidos por esse grupo, as revistas Meridiano e O Momento, nas quais as propostas de uma literatura moderna, numa versão baiana, ganham corpo.

Traços do coloquialismo em "Terras do Sem Fim" de Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / T577t por(BR) 1983

TOKO, Hirohide. Traços do coloquialismo em "Terras do Sem Fim" de Jorge Amado. Orientador: Prof. Me. Evanildo Bechara. Kyoto, 1983. 94 f. Dissertação(Mestrado em Estudos Estrangeiros)-Departamento de Estudos de Português Brasileiro da Universidade de Estudos Estrangeiros de Kyoto, Kyoto University of Foreign Studies, Kyoto, 1983.

Estudo da linguagem utilizada na obra "Terras do Sem Fim" de Jorge Amado.

A ironia e a ironia trágica em A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua BR FCJA J/PP.di / C394i por(BR) 1984

CERQUEIRA, Dorine Daisy Pedreira de. A ironia e a ironia trágica em A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua. Orientador: Prof. Samira Nahid de Mesquita. Rio de Janeiro, 1984. 131 f. Dissertação(Mestrado em Literatura Brasileira)-Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1984.

Início de uma pesquisa sobre o trágico na literatura, a partir da ironia; uma visão crítico-literária da ironia e sua relação com o cômico em geral, com o humor, a sátira e a caricatura, o grotesco e o carnavalesco, e o picaresco. A ironia trágica em A morte de Quincas Berro Dágua, o kafkiano e o mito do eterno retorno: a morte.

Jorge Amado's Terras do Sem Fim and the northeast question of southern Bahía BR FCJA J/PP.mo / F944j ing 1990

FRIEND, John Sidney. Jorge Amado's Terras do Sem Fim and the northeast question of southern Bahía. [Terras do Sem Fim de Jorge Amado e a questão do nordeste e do sul da Bahia]. Cambridge, 1990. 74 f. Trabalho de conclusão de curso(Bacharelado em Artes)-Committee on Degrees in History and Literature, Harvard College, Cambridge, 1990.

O trabalho aborda a obra Terras do Sem Fim, relatando a luta dos trabalhadores rurais nas plantações de cacau contra o coronelismo, no sul da Bahia.

Sinhô Badaró e o coronel Basílio BR FCJA J/PP.mo / H381s por(BR) 1996

HEINE, Maria Luiza F. Sinhô Badaró e o coronel Basílio: o histórico e a obra de Jorge Amado. Ilhéus, 1996. 106 f. Trabalho de conclusão de curso(Especialização em História Regional)-Pós-Graduação Latu Sensu, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 1996.

O estudo procura a partir do romance "Terras do sem fim", avaliar até que ponto o escritor Jorge Amado, utiliza-se de fatos históricos para a composição de sua trama.


4915 documentos