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Problemas de traduzibilidade em Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / M836p por(BR) 2000

MOREIRA, Olga Belov. Problemas de traduzibilidade em Jorge Amado: Quincas Berro D'Água. Orientador: Prof. Dr. Luiz Angélico da Costa, Co-Orientador: Prof. Dr. Boris Schnaiderman. Salvador, 2000. 1 v. 230 f. Dissertação(Mestrado em Letras e Lingüística)-Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000.

Este trabalho apresenta um estudo sobre os problemas de traduzibilidade em um dos romances de Jorge Amado. Esta é uma questão polêmica, chegando alguns autores a afirmar que a tradução seja uma coisa impossível de se fazer. Na maior parte das vezes, existe o problema da falta de uma total correspondência, devido a problemas lingüísticos, estruturas morfossintáticas e lexicais diferente, nas duas línguas, assim como a problemas de ordem cultural, havendo uma realidade “extralingüística” ligada às duas culturas. Consiste o trabalho do cotejo de duas versões do romance A Morte e a Morte de Quincas Berro D’água (uma, em inglês, outra, em russo). Depois da "introdução", que examina questões teóricas de “Tradutologia”, e questões gerais dos dois cotejos, seguem três partes: a primeira, dedicada ao cotejo da versão de língua inglesa (cinco primeiros capítulos), a segunda parte, com o cotejo da versão russa (os mesmos cinco primeiros capítulos), e a terceira, com o cotejo dos sete capítulos restantes, onde são comparadas em paralelo, as três versões: a original, a de língua inglesa, e a russa. Vimos que tanto a época em que foram feitas as versões, assim como a ideologia, influenciaram ambas as versões de língua estrangeira. Tudo isso são problemas de Traduzibilidade, pertencentes à “Tradutologia”, uma disciplina nova, originada da própria lingüística, mas, hoje em dia, autônoma, embora interdisciplinar, ligada a Semiótica, à Filologia, aos estudos literários, e a outras áreas humanísticas.

Problemas de traduzibilidade em Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / M836p por(BR) / ing / rus 2000

MOREIRA, Olga Belov. Problemas de traduzibilidade em Jorge Amado: Quincas Berro D'Água. Orientador: Prof. Dr. Luiz Angélico da Costa, Co-Orientador: Prof. Dr. Boris Schnaiderman. Salvador, 2000. 2 v. Paginação irregular. Dissertação(Mestrado em Letras e Lingüística)-Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000.

Este trabalho apresenta um estudo sobre os problemas de traduzibilidade em um dos romances de Jorge Amado. Esta é uma questão polêmica, chegando alguns autores a afirmar que a tradução seja uma coisa impossível de se fazer. Na maior parte das vezes, existe o problema da falta de uma total correspondência, devido a problemas lingüísticos, estruturas morfossintáticas e lexicais diferente, nas duas línguas, assim como a problemas de ordem cultural, havendo uma realidade “extralingüística” ligada às duas culturas. Consiste o trabalho do cotejo de duas versões do romance A Morte e a Morte de Quincas Berro D’água (uma, em inglês, outra, em russo). Depois da "introdução", que examina questões teóricas de “Tradutologia”, e questões gerais dos dois cotejos, seguem três partes: a primeira, dedicada ao cotejo da versão de língua inglesa (cinco primeiros capítulos), a segunda parte, com o cotejo da versão russa (os mesmos cinco primeiros capítulos), e a terceira, com o cotejo dos sete capítulos restantes, onde são comparadas em paralelo, as três versões: a original, a de língua inglesa, e a russa. Vimos que tanto a época em que foram feitas as versões, assim como a ideologia, influenciaram ambas as versões de língua estrangeira. Tudo isso são problemas de Traduzibilidade, pertencentes à “Tradutologia”, uma disciplina nova, originada da própria lingüística, mas, hoje em dia, autônoma, embora interdisciplinar, ligada a Semiótica, à Filologia, aos estudos literários, e a outras áreas humanísticas.

A representação do poder e da autoridade em Tocaia Grande de Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / M887r por(BR) 2003

MOURA, Jacilene Félix. A representação do poder e da autoridade em Tocaia Grande de Jorge Amado. Orientadora: Profª. Rita Godet. Paris, 2003. 104 f. Dissertação(Mestrado em Português)-Département d’Études des Pays de Langue Portugaise, Université Paris VIII – Vicennes – Saint Denis, Paris, 2003.

Este trabalho tem o objetivo de discutir, como seu título indica a representação das relações de poder e de autoridade no romance Tocaia Grande de Jorge Amado.

De Ofenísia a Gabriela BR FCJA J/PP.di / O45d por(BR) 1996

OLIVEIRA, Ana Aline Moraes de. De Ofenísia a Gabriela: a superação de um Arquétipo. Orientadora: Profª. Dra. Constância Lima Duarte. Natal, 1996. 106 f. Dissertação(Mestrado em Letras e Literatura Comparada)-Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, (Departamento de Letras), Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 1996.

Ofenísia é uma personagem que não atua diretamente no enredo de Gabriela Cravo e Canela, porém, abre e fecha o círculo das personagens femininas desse romance de Jorge Amado. O narrador introduz os capítulos com diferentes composições líricas do cancioneiro popular – rondó, lamento, cantiga para ninar e cantar de amigo – dedicando-as respectivamente a Ofenísia, Glória, Malvina e Gabriela. À medida que percorremos os capítulos e essas composições que contam e cantam entre elas, tendo sempre Ofenísa como modelo. Partindo de Ofenísia e a Eça retornando, o narrador configura o círculo através do qual apresenta referentes ao feminino e discute a questão de gênero no romance em análise.

Gabriela e as outras BR FCJA J/PP.di / P341g por(BR) 1992

PATRÍCIO, Rosana Maria Ribeiro. Gabriela e as outras: a representação da mulher em Gabriela Cravo e Canela. Orientadora: Profª Dra. Sônia Lúcia Ramalho de Farias Bronzeado. João Pessoa, 1992. 124 f. Dissertação(Mestrado em Letras)-Coordenação de Pós-Graduação em Letras do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 1992.

Análise da representação da mulher no romance Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado. Estuda-se o universo feminino presente no romance, identificado os papéis atribuídos aos diversos tipos de mulher, bem como os comportamentos femininos considerados transgressivos aos modelos impostos pelos valores da sociedade representada. Analisa a construção da personagem Gabriela, considerando a intenção manifesta do autor de criar um símbolo de mulher do povo. Dessa forma, explicita-se a caracterização da protagonista enquanto mulata estereotipada e sua idealização como símbolo da identidade nacional, através da ênfase nos seus atributos e atitudes no campo da positividade. Por fim, analisa-se a trajetória de Gabriela até o casamento com Nacib e após sua anulação, no sentido de explicitar criticamente o processo ideológico encaminhado pelos homens, que a transforma em amante, esposa e de novo amante, segundo os interesses masculinos, dentro dos valores da sociedade conservadora representada no romance.

Inês Pereira, Dona Flor BR FCJA J/PP.di / P726i por(BR) 1995

PINTO, Lourdes de Fátima Santos. Inês Pereira, Dona Flor: os caminhos da mulher mal-maridada. Orientadora: Profª. Maria Conceição Paranhos. Salvador, 1995. 116 f. Dissertação(Mestrado em Letras - Literatura Comparada)-Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1995.

Estabelece-se, neste estudo, uma relação entre os textos Dona Flor e seus dois maridos de Jorge Amado e a Farsa de Ines Pereira de Gil Vicente, tendo por base o topos da mulher mal-mariada e os procedimentos narrativos adotados. A partir desses pontos analisa-se a presenca da Literatura Popular, nas narrativas, como traço distintivo dos textos e sob este aspecto os elementos que proporcionam o aflorar da comicidade; juntam-se os aspectos já mencionados a uma reflexão sobre a transgressividade capitaneada por Vadinho, porta-voz de uma cultura popular que espelha as pecularidades do texto amadiano. Ao enfatizar os elementos pertinentes a uma cultura popular em ambas as narrativas, necessário torna-se a abordagem da linguagem enquanto manifestação de um mundo popular que também se revela através das ilustrações, recurso utilizado tanto no texto de Jorge Amado como no de Gil Vicente. Os elementos que compõe as ilustrações ora podem ser lidos como meio de sedução do leitor, ora como possibilidade de uma leitrura para além dos sinais da linguagem escrita, ou mesmo como retificação da narrativa escrita. Também trata-se neste estudo da relação existente entre o texto de Jorge Amado, Dona Flor e seus dois maridos, e a linguagem cinematográfica.

A identidade feminina e a transformação do papel feminino na obra de Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / R233i por(BR) 1999

REBELLO, Janaina Fernandes. A identidade feminina e a transformação do papel feminino na obra de Jorge Amado. Orientador: Prof. Dr. José Maurício Gomes de Almeida. Rio de Janeiro, 1999. 143 f. Dissertação(Mestrado em Literatura Brasileira)-Departamento de Letras Vernáculas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1999.

Reflexão sobre o papel da mulher na obra de Jorge Amado. A óptica machista da primeira fase. A negação da maternidade às heroínas e sua justificativa. A prostituição como equilíbrio social. O envolvimento da personagem feminina com a ideologia da transformação sócio-cultural. A mulher como símbolo do povo brasileiro. A epopéia da mulher-povo. O otimismo inerente às heroínas. Desvelamento da interdição. A sexualidade exacerbada da fase final.

Valor poético e primitivismo em Jorge Amado BR FCJA J/PP.di / R252v por(P) 1967

REDONDO, Maria Isabel Coelho da Costa. Valor poético e primitivismo em Jorge Amado. Orientador: Prof. Dr. Temístocles Linhares. Coimbra, 1967. 238 f. Dissertação(Licenciatura em Filologia Românica)-Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967.

O estudo situa Jorge Amado dentro de Literatura Brasileira. Em seguida, mostra a necessidade de mostrar como o autor deixa transparecer na sua obra a realidade do seu tempo. Os seus livros dão, na medida exata, o testemunho da vida de uma determinada classe social, a classe menos favorecida, a popular, e dentro dela, essencialmente de uma raça específica: a negra. A maioria dos seus personagens mais ricos é negra: Antonio Balduíno, Antonio Victor, o pai-de-santo Jubiabá, Rosa Palmeirão, Pedro Bala, a mulata Gabriela, Cabo Martim, e tantos outros. Aborda também a identidade baiana e principalmente o valor poético e o primitivismo patentes na obra de Jorge Amado, especialmente nos romances que se debruçam sobre a vida das terras do cacau.

As cores da revolução BR FCJA J/PP.di / R741c por(BR) 2004

ROSSI, Luiz Gustavo Freitas. As cores da revolução: a literatura de Jorge Amado nos anos 30. Orientadora: Profª. Dra. Heloisa André Pontes. Campinas, 2004. 163 f. Dissertação(Mestrado em Antropologia Social)-Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.

Esta dissertação pretende investigar as particularidades com que a questão racial foi abordada e tematizada pelo escritor Jorge Amado (1912-2001), em seus romances da década de 30: País do carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), Jubiabá (1935), Mar morto (1936) e Capitães da areia (1937). Para tanto, estas obras buscaram ser analisadas à luz, de, um lado, dos padrões e medidas pelos quais vinham sendo avaliadas para, então, compreender aquilo que Jorge Amado chamou de literatura proletária e, de outro, através das relações e atuações do escritor baiano junto a alguns dos intelectuais que vinham se debruçando sobre a situação do negro no Brasil, em especial Édison Carneiro (1912-1972), Arthur Ramos (1903-1949) e Gilberto Freyre (1900-1987). Procura-se, então, indagar os tratamentos que Jorge Amado dispensou ao negro e sua cultura nestes romances, sem perder de vista os projetos do escritor em formulá-los na chave de uma arte proletária.

Do pé ao corpo da página BR FCJA J/PP.di / S11d por(BR) 2008

SÁ, Alzira Queiróz Gondim Tude de. Do pé ao corpo da página: A recepção crítica de Gabriela, cravo e canela. Orientadora: Profª. Dra. Márcia Rios da Silva. Salvador, 2008. 101 f. Dissertação(Mestrado em Letras)-Departamento de Ciências Humanas - Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2008.

Este estudo descreve e analisa a recepção crítica do romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, cotejada em textos produzidos pela crítica impressionista, denominada crítica de rodapé, veiculados em jornais e revistas; pela crítica acadêmica produzida no âmbito das universidades brasileiras, sob a forma de ensaios publicados em revistas especializadas, dissertações de mestrado e teses de doutoramento e por histórias de literatura no período de 1958 a 1998. Busca também compreender, a partir de propostas da crítica literária e da crítica cultural contemporânea, as condições históricas, políticas e culturais que interferem na diversidade dos discursos e procedimentos interpretativos refletidos na leitura e avaliação crítica do romance, considerado como um marco divisor na trajetória literária do escritor Jorge Amado. Para tanto, discute os textos inventariados e traça um percurso da crítica literária, destacando os eixos de continuidade e rupturas entre gerações de críticos, suas tendências e movimentos de aceitação e rejeição da narrativa amadiana. No rastro do inventário crítico dos anos de 1958 a 1969, a pesquisa procura demonstrar que os julgamentos de romance Gabriela, Cravo e Canela, fundamentados nas idéias políticas, na estética vigente ou na tradição literária da crítica impressionista, deslizam para novos conceitos e novas formas de abordar o fenômeno literário no contexto da crítica acadêmica produzida entre 1970 e 1998.


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